
BOLETIM ON LINE
NOVOS COMPANHEIROS PAUL HARRIS O título "Companheiro Paul Harris" tem em nosso clube um significado especial: é concedido a pessoas que prestaram serviço a Rotary de maneira destacada. Neste ano rotário nosso clube concedeu títulos e safiras (entregues àqueles que já haviam recebido títulos anteriormente) aos companheiros Antonio Salvador Soares, Elisabete Panssonatto Breternitz, Gabriel Vitor Capucceli, Jair Bertazzoni, Júlio César Lamarca e Lourdes Cergoli, A comp. Sonia Velasco também recebeu o título, concedido pela ASRJ.
TIPOS ROTÁRIOS O comp. Luiz Coelho, de Limeira, publicou um artigo na revista Brasil Rotário onde apresenta o que chama de "patologias", em linguajar médico, "doenças" que afetam o mundo rotário. Gostaríamos de aproveitar o ensejo para lembrar dois "tipos rotários", que em nossa opinião complementam o artigo do Coelho. São eles: o "que entende de Rotary". Gosta de esquadrinhar a literatura disponível buscando detalhes (usualmente sem nenhuma importância), cujo conhecimento usa para se impor diante dos demais companheiros. Freqüentemente esquece-se que determinadas regras mudam e ai exibe conhecimentos ultrapassados. Irrita os demais, inibe os companheiros mais novos e faz da aquisição de conhecimentos inúteis a razão de sua vida rotária, tornando-se cada vez mais entendido de Rotary e cada vez menos rotariano. O segundo tipo é o "pavão rotário" (feio, de mau gosto e exibido), normalmente é um EQC (Ex Qualquer Coisa), que se esquece de um dos princípios básicos de Rotary: a igualdade entre seus membros (tanto que não usamos entre nós expressões como "senhor", "doutor" etc.). O EQC fica profundamente irritado quando não é convidado a compor a mesa diretora nas reuniões de Rotary, ofende-se quando não é citado em qualquer evento, sente-se desprestigiado quando não lhe pedem para falar, esquecendo-se que isso acontece por que todos já sabem o que vai dizer - normalmente um conjunto de frases feitas decoradas quando era ou se preparava para ser um QC, pois o EQC usualmente tem um nível intelectual baixo, sendo incapaz de formular idéias próprias. Quando não comparece a um evento, os demais rotarianos sentem-se aliviados; dedica-se a falar mal dos atuais dirigentes e a tramar situações que tragam desprestígio aos demais EQCs. O EQC quase sempre tem uma esposa (a pavoa rotária, de características semelhantes) que se orgulha muito dele e que tem como esporte predileto aporrinhar os demais rotarianos e cônjuges, tentando dar ordens (travestidas de opiniões) acerca de bazares, chás e outros ev
INFORMAÇÃO ROTÁRIA Há um velho provérbio chinês que diz: "Se eu escutar, posso esquecer. Se eu contemplar, talvez me lembre. Mas se eu participar, compreenderei". Assim é o Rotary. Os novos sócios escutam sobre o Rotary quando são admitidos, mas às vezes se esquecem. Durante as reuniões, o Rotary lhes é mostrado em vários aspectos, mas, de muitos deles, não conseguem se lembrar. Somente depois de participar é que realmente entenderão o significado total do Rotary. É através da liderança e iniciativa dos companheiros mais antigos que os novos sócios realmente passam a participar no Rotary. Um bom rotariano não se limita a acatar as tarefas. Ele precisa compartilha-las com os companheiros mais novos, de forma a que esses verdadeiramente passem a viver Rotary.
OS MAIORES CLUBES BRASILEIROS Temos falado muito na necessidade de aumentar nosso número de sócios. Para conhecimento, informamos que os maiores clubes de nosso país são: · Santos - José Bonifácio - Distrito 4420 - 152 sócios · Rio de Janeiro D 4570 - 142 sócios · São Paulo D 4610 - 126 sócios · Santos D 4420 - 123 sócios · Recife D 4500 - 121 sócios · Bahia D 4550 - 110 sócios · Recife-Boa Vista D 4500 - 107 sócios Os dois maiores clubes do mundo estão nos Estados Unidos, são os de Seattle e Fort Worth, com 636 e 565 sócios respectivamente.
EXPECTATIVA DE VIDA "Quase todos os prédios construídos antigamente tinham de ter um playground para as crianças. Agora, precisamde áreas para idosos". Esta frase é de Wilson Jacob Filho, professor de geriatria da Faculdade de Medicina da USP, a propósito dos estudos anunciados pelo IBGE, em dezembro. Segundo o instituto de pesquisas a expectativa de vida do brasileiro já está em 72,3 anos (em Brasília chega a 75,1); entre 2005 e 2006, o ganho foi de quase cinco meses. Em 1960, a expectativa de vida era de 54,6 anos. O Dr. Wilson considera que tal progresso deve ser creditado às melhorias nos tratamentos médicos e na prevenção de doenças.
SOBRE TEMPO E JABUTICABAS Quando se fala em aumento da expectativa de vida, talvez valha a pena refletir acerca do texto de autor desconhecido que se segue: "Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou de forma displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica alta, são imaturas. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação" , onde "tiramos fatos a limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena".
JUNDIAHY ANTIGA Hoje em dia há uma grande preocupação em restringir o trabalho dos jovens. Essa preocupação, salvo raras exceções, não gera atitudes ou gera atitudes que atrapalham o trabalho dos poucos que se preocupam com o assunto: exemplo típico são os problemas enfrentados pelos companheiros que administram a Guardinha, regularmente incomodados por "autoridades". Vale lembrar algumas informações levantadas pela historiadora Bianca Barbagallo Zucchi, que estudou uma escola que orgulhava os jundiaienses do passado, a "Escola de Aprendizes Mecânicos na Companhia Paulista de Estradas de Ferro de Jundiahy". O curso tinha a duração de quatro anos e era composto de disciplinas práticas e teóricas. Inicialmente, a escola oferecia um curso para mecânicos, compreendendo os ofícios de mecânico-ajustador, serralheiro e montador. Posteriormente, incluiu outras especializações como torneiros, caldereiros, fundidores, modeladores-mecânicos e eletrotécnicos. Os requisitos para preencher as vagas eram: ser maior de 14 anos; prestar exame de admissão em Língua Portuguesa, Geografia e História do Brasil, Aritmética e Geometria Prática - passando também por exames psicotécnicos, onde seriam avaliadas aptidões naturais para a carreira. O currículo apresentava principalmente matérias técnicas mas também matérias mais gerais, como por exemplo, "Noções de História da Civilização no Brasil", Geografia Política e Comercial do Brasil", "Educação Cívica e Moral do Aprendiz no seu Ofício Perante a Sociedade" e "Noções de Higiene do Ofício". Era dada maior ênfase aos trabalhos práticos, sendo primordial a relação entre o ensino teórico e as atividades nas oficinas, que deveriam sempre permanecer conjugados. Nos dois primeiros anos, os alunos freqüentavam concomitantemente as aulas teóricas a Oficina de Aprendizagem e, nos dois últimos anos, freqüentavam a Oficina Geral. Suas atividades deveriam obedecer sempre ao princípio dos trabalhos metódicos e progressivos. Que tal comparar com que o Estado e o Município oferecem na atualidade, com alunos terminando o Ensino Médio (colegial) praticamente analfabetos?
INTERCÂMBIO DE JOVENS Nosso clube continua ativo nesse programa: embarca para a Holanda em breve, dentro do programa de Curto Prazo, o jovem Rafael Alexandre Pazetto Duckur. Em meados de 2008, estaremos recebendo a jovem holandesa Vivian Sneepers.
CASA DA AMIZADE A ASRJ continua trabalhando em ritmo muito forte: bazares, doações de livros, roupas e utensílios domésticos, bingo, festa na Casa de Criança e agora o início de um trabalho junto aos moradores da favela do Jardim Santa Gertrudes. Nossas companheiras estão dando um show de dedicação, que deve servir de exemplo e motivação para todos parabéns a elas.
ESCOLA ROTARY Em andamento o projeto de pintura da EMEB Rotary Club, instalada em prédio construido nos anos 60 por sócios do clube. Foi definido em reunião com o Secretário da Educação que o trabalho de pintura será feito nas próximas férias, numa parceria entre a Secretaria e nosso Clube.
PROGRAMAS E PROJETOS
GUARDINHA A "Associação de Educação do Homem de Amanhã", carinhosamente chamada "Guardinha" é uma entidade dirigida por membros do Clube, sob a presidência do comp. Jair Bertazzoni, e objetiva preparar jovens para o ingresso no mercado de trabalho. Já treinou cerca de 8 mil jovens, e atualmente tem cerca de 600 atuando junto a empresas da cidade, atuação essa que para a maioria acaba transformando-se no primeiro emprego. Aos jovens, além do treinamento, são fornecidos assistência médica e odontológica, uniformes, reforço escolar, etc.
NÚCLEO ROTARY DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO "COMEÇAR DE NOVO" É uma entidade patrocinada pelo Clube e que presta assistência médica, psicológica e social a pacientes de câncer de mama. Atualmente está necessitando de doações de material para artesanato, que podem ser encaminhadas através do telefone 7396 1348 . Suas atividades são coordenadas pelos companheiros Júlio Lamarca e Cecília.
PROGRAMAS DE INTERCÂMBIO DE JOVENS Nosso clube participa desses programas de forma intensa. Informações podem ser obtidas pelo fone 11 9989 0489 (Salvador).
CENTRO DE ATENDIMENTO À SÍNDROME DE DOWN "BEM-TE-VI" Temos procurado apoiar essa entidade de forma contínua. A Bem-Te-Vi atualmente é presidida pela comp. Maria Helena Zanatta.
CASA DA AMIZADE A Associação das Senhoras de Rotarianos de Jundiaí (Casa da Amizade), é uma entidade que congrega as esposas dos rotarianos de nossa cidade, dedicando-se a obras de beneficiência, atividades sociais, etc. No ano rotário 2007/2008 é presidida por Elisabete Panssonatto Breternitz, de nosso clube.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Atuando na preservação do meio ambiente, aproximadamente 500 mudas de árvores são produzidas e fornecidas à comunidade anualmente, em projeto coordenado pelo companheiro Edvino Stasiak. Em 2005 iniciamos o projeto Borda do Rio por iniciativa do companheiro Julio Lamarca, projeto este que visa ao longo dos anos recuperar as margens do Rio Jundiaí em toda sua extensão dentro de nosso município.
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL Fiéis ao lema rotário "Dar de si antes de pensar em si", os sócios do Rotary Club de Jundiaí estão aprimorando e intensificando seu programa de orientação vocacional "Ajudando a Decidir".
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ROTARY CLUB DE JUNDIAÍ DISTRITO 4590 Fundado em 29/03/1941 |
This page was last updated on: April 28, 2008


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NOVOS COMPANHEIROS PAUL HARRIS O título "Companheiro Paul Harris" tem em nosso clube um significado especial: é concedido a pessoas que prestaram serviço a Rotary de maneira destacada. Neste ano rotário nosso clube concedeu títulos e safiras (entregues àqueles que já haviam recebido títulos anteriormente) aos companheiros Antonio Salvador Soares, Elisabete Panssonatto Breternitz, Gabriel Vitor Capucceli, Jair Bertazzoni, Júlio César Lamarca e Lourdes Cergoli, A comp. Sonia Velasco também recebeu o título, concedido pela ASRJ.
TIPOS ROTÁRIOS O comp. Luiz Coelho, de Limeira, publicou um artigo na revista Brasil Rotário onde apresenta o que chama de "patologias", em linguajar médico, "doenças" que afetam o mundo rotário. Gostaríamos de aproveitar o ensejo para lembrar dois "tipos rotários", que em nossa opinião complementam o artigo do Coelho. São eles: o "que entende de Rotary". Gosta de esquadrinhar a literatura disponível buscando detalhes (usualmente sem nenhuma importância), cujo conhecimento usa para se impor diante dos demais companheiros. Freqüentemente esquece-se que determinadas regras mudam e ai exibe conhecimentos ultrapassados. Irrita os demais, inibe os companheiros mais novos e faz da aquisição de conhecimentos inúteis a razão de sua vida rotária, tornando-se cada vez mais entendido de Rotary e cada vez menos rotariano. O segundo tipo é o "pavão rotário" (feio, de mau gosto e exibido), normalmente é um EQC (Ex Qualquer Coisa), que se esquece de um dos princípios básicos de Rotary: a igualdade entre seus membros (tanto que não usamos entre nós expressões como "senhor", "doutor" etc.). O EQC fica profundamente irritado quando não é convidado a compor a mesa diretora nas reuniões de Rotary, ofende-se quando não é citado em qualquer evento, sente-se desprestigiado quando não lhe pedem para falar, esquecendo-se que isso acontece por que todos já sabem o que vai dizer - normalmente um conjunto de frases feitas decoradas quando era ou se preparava para ser um QC, pois o EQC usualmente tem um nível intelectual baixo, sendo incapaz de formular idéias próprias. Quando não comparece a um evento, os demais rotarianos sentem-se aliviados; dedica-se a falar mal dos atuais dirigentes e a tramar situações que tragam desprestígio aos demais EQCs. O EQC quase sempre tem uma esposa (a pavoa rotária, de características semelhantes) que se orgulha muito dele e que tem como esporte predileto aporrinhar os demais rotarianos e cônjuges, tentando dar ordens (travestidas de opiniões) acerca de bazares, chás e outros ev
INFORMAÇÃO ROTÁRIA Há um velho provérbio chinês que diz: "Se eu escutar, posso esquecer. Se eu contemplar, talvez me lembre. Mas se eu participar, compreenderei". Assim é o Rotary. Os novos sócios escutam sobre o Rotary quando são admitidos, mas às vezes se esquecem. Durante as reuniões, o Rotary lhes é mostrado em vários aspectos, mas, de muitos deles, não conseguem se lembrar. Somente depois de participar é que realmente entenderão o significado total do Rotary. É através da liderança e iniciativa dos companheiros mais antigos que os novos sócios realmente passam a participar no Rotary. Um bom rotariano não se limita a acatar as tarefas. Ele precisa compartilha-las com os companheiros mais novos, de forma a que esses verdadeiramente passem a viver Rotary.
OS MAIORES CLUBES BRASILEIROS Temos falado muito na necessidade de aumentar nosso número de sócios. Para conhecimento, informamos que os maiores clubes de nosso país são: · Santos - José Bonifácio - Distrito 4420 - 152 sócios · Rio de Janeiro D 4570 - 142 sócios · São Paulo D 4610 - 126 sócios · Santos D 4420 - 123 sócios · Recife D 4500 - 121 sócios · Bahia D 4550 - 110 sócios · Recife-Boa Vista D 4500 - 107 sócios Os dois maiores clubes do mundo estão nos Estados Unidos, são os de Seattle e Fort Worth, com 636 e 565 sócios respectivamente.
EXPECTATIVA DE VIDA "Quase todos os prédios construídos antigamente tinham de ter um playground para as crianças. Agora, precisamde áreas para idosos". Esta frase é de Wilson Jacob Filho, professor de geriatria da Faculdade de Medicina da USP, a propósito dos estudos anunciados pelo IBGE, em dezembro. Segundo o instituto de pesquisas a expectativa de vida do brasileiro já está em 72,3 anos (em Brasília chega a 75,1); entre 2005 e 2006, o ganho foi de quase cinco meses. Em 1960, a expectativa de vida era de 54,6 anos. O Dr. Wilson considera que tal progresso deve ser creditado às melhorias nos tratamentos médicos e na prevenção de doenças.
SOBRE TEMPO E JABUTICABAS Quando se fala em aumento da expectativa de vida, talvez valha a pena refletir acerca do texto de autor desconhecido que se segue: "Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou de forma displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica alta, são imaturas. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação" , onde "tiramos fatos a limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena".
JUNDIAHY ANTIGA Hoje em dia há uma grande preocupação em restringir o trabalho dos jovens. Essa preocupação, salvo raras exceções, não gera atitudes ou gera atitudes que atrapalham o trabalho dos poucos que se preocupam com o assunto: exemplo típico são os problemas enfrentados pelos companheiros que administram a Guardinha, regularmente incomodados por "autoridades". Vale lembrar algumas informações levantadas pela historiadora Bianca Barbagallo Zucchi, que estudou uma escola que orgulhava os jundiaienses do passado, a "Escola de Aprendizes Mecânicos na Companhia Paulista de Estradas de Ferro de Jundiahy". O curso tinha a duração de quatro anos e era composto de disciplinas práticas e teóricas. Inicialmente, a escola oferecia um curso para mecânicos, compreendendo os ofícios de mecânico-ajustador, serralheiro e montador. Posteriormente, incluiu outras especializações como torneiros, caldereiros, fundidores, modeladores-mecânicos e eletrotécnicos. Os requisitos para preencher as vagas eram: ser maior de 14 anos; prestar exame de admissão em Língua Portuguesa, Geografia e História do Brasil, Aritmética e Geometria Prática - passando também por exames psicotécnicos, onde seriam avaliadas aptidões naturais para a carreira. O currículo apresentava principalmente matérias técnicas mas também matérias mais gerais, como por exemplo, "Noções de História da Civilização no Brasil", Geografia Política e Comercial do Brasil", "Educação Cívica e Moral do Aprendiz no seu Ofício Perante a Sociedade" e "Noções de Higiene do Ofício". Era dada maior ênfase aos trabalhos práticos, sendo primordial a relação entre o ensino teórico e as atividades nas oficinas, que deveriam sempre permanecer conjugados. Nos dois primeiros anos, os alunos freqüentavam concomitantemente as aulas teóricas a Oficina de Aprendizagem e, nos dois últimos anos, freqüentavam a Oficina Geral. Suas atividades deveriam obedecer sempre ao princípio dos trabalhos metódicos e progressivos. Que tal comparar com que o Estado e o Município oferecem na atualidade, com alunos terminando o Ensino Médio (colegial) praticamente analfabetos?
INTERCÂMBIO DE JOVENS Nosso clube continua ativo nesse programa: embarca para a Holanda em breve, dentro do programa de Curto Prazo, o jovem Rafael Alexandre Pazetto Duckur. Em meados de 2008, estaremos recebendo a jovem holandesa Vivian Sneepers.
CASA DA AMIZADE A ASRJ continua trabalhando em ritmo muito forte: bazares, doações de livros, roupas e utensílios domésticos, bingo, festa na Casa de Criança e agora o início de um trabalho junto aos moradores da favela do Jardim Santa Gertrudes. Nossas companheiras estão dando um show de dedicação, que deve servir de exemplo e motivação para todos parabéns a elas.
ESCOLA ROTARY Em andamento o projeto de pintura da EMEB Rotary Club, instalada em prédio construido nos anos 60 por sócios do clube. Foi definido em reunião com o Secretário da Educação que o trabalho de pintura será feito nas próximas férias, numa parceria entre a Secretaria e nosso Clube.
PROGRAMAS E PROJETOS
GUARDINHA A "Associação de Educação do Homem de Amanhã", carinhosamente chamada "Guardinha" é uma entidade dirigida por membros do Clube, sob a presidência do comp. Jair Bertazzoni, e objetiva preparar jovens para o ingresso no mercado de trabalho. Já treinou cerca de 8 mil jovens, e atualmente tem cerca de 600 atuando junto a empresas da cidade, atuação essa que para a maioria acaba transformando-se no primeiro emprego. Aos jovens, além do treinamento, são fornecidos assistência médica e odontológica, uniformes, reforço escolar, etc.
NÚCLEO ROTARY DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO "COMEÇAR DE NOVO" É uma entidade patrocinada pelo Clube e que presta assistência médica, psicológica e social a pacientes de câncer de mama. Atualmente está necessitando de doações de material para artesanato, que podem ser encaminhadas através do telefone 7396 1348 . Suas atividades são coordenadas pelos companheiros Júlio Lamarca e Cecília.
PROGRAMAS DE INTERCÂMBIO DE JOVENS Nosso clube participa desses programas de forma intensa. Informações podem ser obtidas pelo fone 11 9989 0489 (Salvador).
CENTRO DE ATENDIMENTO À SÍNDROME DE DOWN "BEM-TE-VI" Temos procurado apoiar essa entidade de forma contínua. A Bem-Te-Vi atualmente é presidida pela comp. Maria Helena Zanatta.
CASA DA AMIZADE A Associação das Senhoras de Rotarianos de Jundiaí (Casa da Amizade), é uma entidade que congrega as esposas dos rotarianos de nossa cidade, dedicando-se a obras de beneficiência, atividades sociais, etc. No ano rotário 2007/2008 é presidida por Elisabete Panssonatto Breternitz, de nosso clube.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Atuando na preservação do meio ambiente, aproximadamente 500 mudas de árvores são produzidas e fornecidas à comunidade anualmente, em projeto coordenado pelo companheiro Edvino Stasiak. Em 2005 iniciamos o projeto Borda do Rio por iniciativa do companheiro Julio Lamarca, projeto este que visa ao longo dos anos recuperar as margens do Rio Jundiaí em toda sua extensão dentro de nosso município.
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL Fiéis ao lema rotário "Dar de si antes de pensar em si", os sócios do Rotary Club de Jundiaí estão aprimorando e intensificando seu programa de orientação vocacional "Ajudando a Decidir".
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